Especialista alerta para os cuidados com o consumo de bebidas alcoólicas durante a quarentena

Compartilhe Essa notícia

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email

O mundo inteiro têm se adequado às novas formas de viver e interagir durante a pandemia do novo coronavírus. Com o isolamento social, as pessoas têm buscado diversas formas de lazer, entre elas o consumo de bebida alcoólica para acompanhar algumas lives musicais nesse período. A nutricionista Aylin Correia, do Sistema Hapvida, explica sobre os impactos do consumo exagerado para a saúde.

“O álcool desidrata, prejudica funções metabólicas, elimina vitaminas e minerais, eleva cortisol, um hormônio que, em altas doses, causa inflamação, degrada a massa muscular, entre outros danos à saúde. O álcool em grande quantidade e alta frequência, age como um imunossupressor”, elucida.

A especialista faz um alerta para aqueles que consomem com frequência álcool durante o isolamento. “Aumente a ingestão de alimentos anti-inflamatórios, antioxidantes, vitaminas do complexo b, entre outros. Não esquecendo da hidratação. Tente alternar a ingestão de bebida alcoólica com copos de água”, orienta.

A nutricionista ressalta a importância de manter hábitos saudáveis, especialmente aqueles que já possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Vale à pena buscar manter hábitos saudáveis, tanto para nossa saúde mental como fisiológica”, esclarece.

Sobre o Sistema Hapvida

Com 6,5 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 30 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 39 hospitais, 194 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 177 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Foto: divulgação

 

 

1+
Rodrigo Kawasaki

Rodrigo Kawasaki

Editor-chefe da Público A.