Uso de álcool em gel por crianças deve ser supervisionado

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O uso do álcool em gel ou líquido se tornou um hábito comum com a pandemia do novo coronavírus. Para a higienização das mãos, os especialistas indicam a lavagem das mãos com água e sabão e/ou o uso do álcool em gel 70%. No entanto, é preciso ter bastante cuidado ao utilizar o produto, principalmente com as crianças.

O oftalmologista do Hapvida Bruno Alves Pinto alerta que as crianças, na maioria das vezes, não têm o controle e a atenção necessária para manusear os frascos ou borrifadores de álcool sozinhas. Esse fato pode ocasionar acidentes, como o que aconteceu com o menino Bento, de 5 anos, morador de Campinas, São Paulo. Devido ao entupimento da válvula, a criança forçou o acionamento do frasco e, por esse motivo, um jato de álcool atingiu um dos olhos dele e causou uma queimadura na córnea. Os pais da criança conseguiram socorrê-la a tempo e agora ela segue sob medicamentos e aguarda pela recuperação completa do olho. O caso da criança está “correndo” a internet como forma de prevenir os pais sobre os perigos. 

O oftalmologista alerta que o atendimento médico imediato é uma recomendação básica para este tipo de situação, além de manter a embalagem de álcool longe do alcance das crianças.  

Além disso, ele orienta que a limpeza das mãos das crianças com álcool em gel deve ser feita sempre por um adulto e, mesmo assim, é preciso tomar cuidado com a substância. “É perigoso, pois, caso fique algum excesso nas mãos, ela pode passar nos olhos e aí gerar uma úlcera de córnea grave. O ideal é o adulto limpar as mãos das crianças e não deixar nenhum tipo de excesso do produto nas mãos delas”, recomendou.

Sobre o Sistema Hapvida

Com 6,5 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 30 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 39 hospitais, 194 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 177 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Foto: divulgação

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Rodrigo Kawasaki

Rodrigo Kawasaki

Editor-chefe da Público A.