Você sabia que muitos exames de sangue não precisam de jejum para serem realizados?

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A falta de obrigatoriedade de jejum para exames de sangue permite que o paciente realize a coleta em horários de maior flexibilidade, evitando o maior fluxo de pessoas nos laboratórios no período da manhã

No Brasil, é cultural que os laboratórios estejam mais cheios no período da manhã, já que a maioria das pessoas acreditam que o jejum é obrigatório para os exames de sangue. Mas você sabia que muitos exames não precisam de jejum para serem utilizados? De acordo com a superintendente de serviços de diagnóstico por imagem e laboratorial do Sistema Hapvida, Cidéria Costa, estudos recentes indicam que o consumo de alimentos antes da realização dos exames, desde que habituais, causam baixa ou nenhuma interferência nas análises.

“De acordo com a normatização atual, a flexibilização do jejum evita que o paciente diabético, por exemplo, corra o risco de uma hipoglicemia por conta do jejum prolongado. Outro benefício decorrente da flexibilização é a otimização do fluxo de coleta, com mais horários disponíveis para atendimento. São poucos os exames que necessitam de jejum hoje, e geralmente estão relacionadas à glicemia. Os demais exames podem ser realizados sem jejum ou de acordo com a solicitação médica”, explica Cidéria.

Entre os exames que não necessitam de jejum estão: hemograma, exames relacionados a função tireoidiana, entre outros, não exigem que o paciente fique durante um longo período sem comer para realizar a coleta. Uma dúvida frequente está relacionada à ingestão de água, se ela interfere ou não no jejum. “Beber um pouco de água não vai interferir no exame que exige jejum”, explica.

Os únicos exames que necessitam de jejum, são:  Peptídeo C, Glicemia, Curvas Glicêmicas, Curvas Insulinêmicas, Tolerância à Lactose, Tolerância à Glicose, Absorção de xilose. Se seu exame não é nenhum desses, não há necessidade de jejum para realizá-lo.

Medidas de prevenção à Covid-19 no laboratório

A pandemia da Covid-19 mudou a rotina do planeta e a recomendação das autoridades de saúde é que as pessoas fiquem em casa, sempre que possível. Mas, em algumas situações como a realização de exames, é necessário se deslocar até um laboratório. Para reduzir o risco de contaminação, tanto de quem precisa fazer o exame quanto das outras pessoas que estão aguardando, é necessário tomar alguns cuidados.

A primeira orientação é evitar a ida ao laboratório ou em qualquer outro lugar se a pessoa apresentar sintomas de gripe comuns, como coriza, tosse e febre, por exemplo. Inclusive, para os pacientes da Hapvida é possível passar por uma teleconsulta por vídeo sem sair de casa. Basta acessar o site da operadora e solicitar o serviço.

Caso a pessoa não apresente sintomas e realmente necessite ir até um laboratório para a realização de exames, é preciso utilização das medidas de prevenção e evitar levar acompanhantes. Vale reforçar sobre a utilização das máscaras, álcool em gel e higienização das mãos, além de praticar o distanciamento das pessoas. Caso a pessoa esteja aguardando em uma fila, é necessário estar pelo menos a um metro e meio de distância da outra pessoa.

Nas unidades do Hapvida há marcação do distanciamento no chão. Caso esteja sentado, o recomendado é que a pessoa fique uma cadeira distante da outra pessoa. E além disso evitar sair com acompanhantes, principalmente para unidades de saúde, o que pode sobrecarregar o local e gerar aglomeração.

Mais informações sobre exames, acesse o site: https://bit.ly/ExamesJejum 

Sobre o Sistema Hapvida 

Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Foto: divulgação

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Rodrigo Kawasaki

Rodrigo Kawasaki

Editor-chefe da Público A.