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À frente da DLT, Alexandre Vale começou com R$ 100 reais e hoje comanda uma das maiores marcas de moda masculina do Nordeste

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Tendo como base uma família do ramo de vestuário, Alexandre Vale sempre acreditou nos fios e nos tecidos como sua vocação. Com R$ 100 que conseguiu do pagamento de uma dívida, resolveu comprar 13 camisas e vender. Com o dinheiro arrecadado, comprou malha para mais 40 camisas, e assim o negócio foi crescendo até a abertura da primeira loja em Fortaleza (de 30 m²) em 2003. Com a entrada nos shoppings da capital cearense, a então marca DLT deu seu grande boom para se tornar uma das maiores brands de moda masculina do Nordeste, hoje com lojas no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Além disso, conta hoje com um QG de 990 m², onde funciona sua sede administrativa e criativa, com um showroom personalizado e um amplo rooftop para eventos da marca.

“Sou muito inquieto, não acredito que algum negócio sobreviva parado, é preciso estar a toda hora em constante evolução, não parar em um sucesso momentâneo. E foi isso que em 16 anos de DLT eu sempre prezei: inovação, qualidade e muita atitude tanto nas peças, quanto na hora de tocar a empresa“, diz Alexandre Vale, CEO da DLT.

Como gestor, afirma que está sempre em busca de atualizações por meio de cursos e estudos do mercado, mas que é na prática, enfrentando os questionamentos, que vai aprendendo onde pisar. O mais recente resultado disso é a rebranding por qual passou a DLT neste ano, inaugurando nova logo e um novo conceito, fruto de um insight durante um curso de Branding.

“Para 2020, estamos preparando a casa para expandir. Temos interesse em pontos físicos no sudeste e a gente tem um projeto de multimarcas em todo país. Esse é um momento em que estamos nos preparando para o ano que vem estar no Brasil todo”, projeta Alexandre.

Rodrigo Kawasaki

Rodrigo Kawasaki

Editor-chefe da Público A.